O menino bem que está à frente dos destinos do BPI, um banco que cheira que tresanda a corrupção angolana, gosta muito de fazer política e foi um dos gestores mais destacados na ajuda à direita. Este bancário, que tem menos habilitações académicas do que muitos dos seus balconistas, não se cansou de atacar o governo anterior por má gestão e falta de previsão, mas agora sabe-se que o fino BPI está atolado em dívidas soberanas e vai precisar dos contribuintes para sobreviver.
O bancário que ao longo de anos distribuiu dividendos, falou ao país de cima para baixo e tratou governantes com arrogância exibe agora os sacrifícios dos seus próprios trabalhadores como exemplo das suas capacidades de gestão. Ser cliente do BPI é ajudar gente como Fernando Ulrich a fazer política com o dinheiro alheio, a compensar os seus maus negócios com o dinheiro dos contribuintes e a explorar e exibir a exploração dos seus colaboradores.
Boicotar o senhor Fernando Ulrich e o seu banco é uma obrigação ética e moral de todos os que se opõem à injustiça e à bestialidade política.

SUA EXª O Director-Geral


